• Lorine Lopes

COMIDA, MEMÓRIA E AFETO


Quem não gosta de receitas caseiras? Doces caseiros, quitutes, preparos familiares e com estilo especial? Quando falamos em COZINHA AFETIVA, falamos também de ancestralidade, sabedoria, segredos passados de geração em geração.


Um das preparações que mais me marcaram e que carrega na sua história a memória afetiva aqui na Bahia é a COCADA. Seja ela dura, puxa, mole você encontra na roça ou na capital, no tabuleiro ou em casa.


Cocada combina depois do almoço ou na merenda ou depois da janta. Cocada é um doce que carrega histórias. E se for falar um pouco de historia... existem relatos que tem origem Africana, pois os negros traficados em navios tumbeiros, responsáveis pela produção de cana-de-açúcar e café começaram a prepara o doce.


A questão que, independente da sua história, a cocada é um doce tradicional e típico em várias regiões do Brasil e do mundo.

Daí vai minha receita simples e que vendo muito e recolho muito elogios.


Nessa receita leva 200 g de coco fresco, 1 colher de manteira, 1 caixa de leite condensado, 1 caixa de creme de leite, cravo e canela em pau.

A preparação é simples mas a técnica que faz a diferença. Eu começo fazendo um brigadeiro branco, somente com a manteiga e o leite condensado, Quando estiver soltando do fundo panela, coloco o coco ralado, o cravo e a canela. Deixo numa consistência um pouco dura e deixo esfriando na panela mesmo. Depois só acrescento o creme de leite e envolvo bastante, levo a geladeira por 1 horas e pronto... a cocada de colher esta no ponto ideal pra você comer e se deliciar.


Um amor chamado COCADA!

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(71) 986147161

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